Mobilidade em Ribeirão Preto: a cidade voltou a andar
Mobilidade é o caminho do trabalhador, do paciente, do comércio e da produção. Em Ribeirão Preto, a gestão de Nogueira tratou o tema como obra estruturante — para que cada morador perca menos tempo no trânsito e ganhe mais tempo com a família.
11 eixos de corredores de ônibus (56 km), 12 obras de arte e mais de 900 km de asfalto novo.
Corredores que cortam a cidade em forma de cruz
O programa Ribeirão Mobilidade implantou onze eixos de corredores de ônibus que cortam a cidade nos sentidos Norte–Sul e Leste–Oeste, no formato de uma cruz, somando 56 km de corredores. São vias preferenciais que, com semáforos inteligentes comandados por central, dão prioridade e mais velocidade ao transporte público.
Viadutos, pontes e um túnel para destravar o trânsito
Para viabilizar esses corredores, foram executadas grandes obras de arte: três viadutos, oito pontes e um túnel, além de duas novas avenidas e adequações viárias — ao todo, doze obras de arte e quinze intervenções viárias que fazem o trânsito fluir, tanto para quem anda de ônibus quanto para quem anda de carro.
900 km de asfalto novo e transporte mais barato
Somaram-se a isso mais de 900 km de asfalto novo em ruas e avenidas e novas ciclovias. No transporte público, o usuário ganhou tarifa congelada e ônibus novos, com ar-condicionado e WiFi — mais conforto, menos tempo de viagem e mais dinheiro no bolso da família.
Os destaques da mobilidade
- Programa Ribeirão Mobilidade: 11 eixos de corredores de ônibus (Norte–Sul e Leste–Oeste, em cruz), somando 56 km;
- Semáforos inteligentes comandados por central, com prioridade ao transporte público;
- 12 obras de arte: 3 viadutos, 8 pontes e 1 túnel;
- 2 novas avenidas e 15 intervenções viárias;
- Mais de 900 km de asfalto novo em ruas e avenidas;
- Novas ciclovias;
- Transporte público com tarifa congelada e ônibus novos (ar-condicionado e WiFi).